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Aluna do CIL do 9º Ano - EF II - Lança seu 1º Livro

 

 
Foi com grande orgulho que pudemos prestigiar a noite de autógrafos da aluna Ana Clara Rédua Ribeiro, 9ºB, que publicou seu primeiro livro  "Como se tomasse algo para si". Desejamos sucesso para nossa querida aluna, e que outros adolescentes sigam seu exemplo! Acompanhem na próxima edição do jornal a entrevista completa.

 

Andréa Rosa - Coordenadora Fundamental II

 

 

 

Entrevista com Ana Clara Rédua Ribeiro autora do livro "Como se tomasse algo para si".

 

1-   O que a fez despertar para a literatura? Como surgiu a ideia de publicar um livro?

     Na verdade, fui incentivada desde pequena a gostar de literatura. Meus pais sempre me contaram histórias e cresci ouvindo contos e histórias muitas vezes mirabolantes ou sobre uma criança que tinha um grande  

     sonho, mas preferiu desistir deste para ajudar e ficar com a família. Acho que desde pequena quis escrever e publicar um livro. Foi um sonho realizado.

2-   É comum as pessoas encontrarem dificuldade de passar para o papel suas ideias a respeito de algo. O que você fez para suprir suas dificuldades?

    Escrever é um ato com muitas consequências a longo prazo, mas aqueles que desejam começar a escrever, porque precisam disso, encontrarão seu próprio meio de suprir suas dificuldades.

    Até hoje minhas dificuldades me assolam, mas se não fosse assim, não precisaria escrever.

3-   Em sua opinião, qual a importância de saber se expressar através da escrita?

    Se expressar através da escrita é um ato necessário para alguns. É como deixar sua alma respirar por alguns segundos para que ela sobreviva.

4-   Um escritor precisa ler para se enriquecer culturalmente. Você concorda com essa ideia? Quais escritores têm sido as suas principais referências literárias?

    Sim, concordo. Antes de começar a escrever, você tem que conhecer vários estilos para que o seu nasça. Minhas principais influências foram: Lemony Snicket, Nicholas Sparks, Salamanda Drake, J.D.Salinger,               Machado de Assis, Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade, Vinicius de Moraes entre outros.

5-   Você tem algum livro preferido? Qual?

     Meu livro preferido é "A última música", de Nicholas Sparks.

6-   Qual a contribuição do Colégio Imperatriz Leopoldina para a produção de seu livro?

     O CIL me ensinou várias coisas, dentre elas que ninguém é perfeito, que quando uma coisa não está boa devemos mudá-la, que às vezes o problema pode ser você e não o outro; e muitas outras coisas que me     levaram a começar a escrever.

7-   O que os leitores podem esperar do livro "Como se tomasse algo para si" ?

    É um romance, com perfuma discreto, no qual tento mostrar que apesar de muitos não acreditarem, a esperança sobrevive e também que o amos verdadeiro existe, seja entre parentes, amigos, amantes ou até  

    mesmo pode acontecer quando alguém entra na sua vida de um jeito bem estranho.

8-   Você tem o costume de escrever todos os dias?

    Não escrevo todos os dias. Geralmente dou um intervalo de duas a quatro semanas sem escrever. Escrevo principalmente quando quero respirar e sobreviver.

9-   Como você determina qual o próximo assunto para um romance? Ele simplesmente ocorre ou você precisa pesquisar e cavar para obter algo?

    Geralmente antes de acabar de escrever um romance, a base da história do próximo já está em minha cabeça. Muitas vezes, enquanto escrevo, as ideias me ocorrem. Outras vezes acabo adormecendo imaginando a  continuação da história. Mas elas simplesmente me ocorrem.

10- Quais dicas você daria para os jovens escritores que desejam ingressar no meio literário?

    Não posso dar muitas dicas, pois também sou nova nisto. Mas, em primeiro lugar, como dizia Rilke, você só deve escrever se for estritamente necessário e quando escrever, deve escrever como se sua alma estivesse morrendo. O resto é por sua conta, também.......Mas se é isso que você quer, não desista.

11- Como você descreveria sua experiência como autora?

     Bom, na verdade não estou acreditando.......Mas é uma experiência única que dá aquela sensação de arrepio e, ao mesmo tempo, de uma felicidade bem grande.

 


 

 


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